CONTO ENVIADO – REEDITADO

[Antes de começar, quero informar que esse conto foi recebido via email e levemente editado. Não sou autor do mesmo e, caso este conto seja de sua autoria, favor me informar para eu retirá-lo ou fazer as devidas citações…]

Oi Sarinha

Hoje convidei voce para passar no meu escritório.

Eram duas horas, dispensei a secretária para o turno da tarde.

Pontualmente, chegaste as duas horas. Convidei para entrar, fechei a porta chaveando. Você estava uma loucura, com um vestido de malha colado ao corpo, marcava teus seios sem sutiã, realçava tuas coxas maravilhosas.

Cumprimentei-a com um beijo nos lábios, apertei teu corpo junto ao meu, senti tuas coxas apertadas nas minhas pernas.

Beijei-a longamente, minha língua ia de encontro a tua, meu caralho endurecido acomodava-se entre sua coxas, sentindo o calor que emanava da tua buceta maravilhosa.

Apalpava tua bunda gostosa, puxei teu vestido para cima deixando tuas coxas desnudas, abri minha cinta, baixei minha calça, tirei a cueca, tirei todo teu vestido, baixei tua calcinha até cair no chão.

Abriste um pouco as coxas permitindo que meu caralho ficasse roçando tua buceta. você mexia-se para frente e para trás roçando meu caralho na tua bucetinha… sentíamos nossos corpos tremerem. Quentes, nossas línguas duelavam no beijo alucinante.

Caminhamos sem nos separar até minha mesa de trabalho, tirei todo material de cima, deitei você em cima, meio corpo na mesa. Suas coxas levantadas deixava à mostra aquela buceta maravilhosa, clamando por meus lábios.

Sentei na cadeira, escorei tuas coxas nos meus ombros, beijei apaixonado tua xana toda molhadinha de tanto tesão. Lambia de cima pra baixo. Beijava separadamente cada lábio da tua buceta e abocanhava toda na boca. Mordiscava com os lábios teu clitóris, massageava teu cuzinho com o dedo enquanto você apertava tuas coxas no meu rosto, puxava minha cabeça para bem junto da buceta, dirigia minha boca para onde queria e esfregava a buceta em toda minha cara.

Trocamos de posição. Deitei na mesa, meu caralho estava muito duro. Você acariciava a cabeça da pica com os lábios, lambia toda sua extensão…  Acariciava meus testículos carinhosamente, botava aos poucos todo caralho na boca, olhando nos meus olhos via o prazer que sentia em chupar meu caralho assim maravilhosamente.

Com movimentos contínuos, botava e tirava da boca, apertava entre os lábios, chupava, lambia… Quase não aguentava mais.

Levantei, deitei novamente você na mesa. Suas coxas abertas, escoradas no meu peito deixava a mostra aquela buceta encantadora.

Passava meu caralho pincelando tua buceta, para cima e para baixo, aos poucos comecei penetrar tua xaninha quente, molhadinha, até sentir que estava todo dentro de ti.

Você rebolava… Deixei todo caralho dentro da tua buceta e você mexia mais ainda, na medida em que o prazer aumentava. Em poucos segundos chegamos a um orgasmo avassalador com  gemidos, sussurros e xingamentos.

Apertava você contra mim, enfiava e tirava meu caralho, apertei tuas coxas contra mim, meu caralho deixou escorrer todo liquido do prazer dentro da tua buceta, enquanto você sussurrava palavras gostosas sentindo um orgasmo infinito.

Ficamos por um bom tempo juntos, comigo abraçado em tua coxas, sem tirar meu pau de dentro, só curtindo seus espasmos de prazer.

Tomamos um banho, nos despedimos com a promessa de voltar a ter outro encontro.

Um beijo nesta tua buceta maravilhosa.

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Publicado em Conto, Enviadas, Leitoras, Participação especial, Texto Solto | 1 Comentário

PEQUENA ARMADILHA…

Deixei o notebook no hotel. Bateria carregada, mas fora da tomada. Fui trabalhar: Realizar auditoria em um órgão bem no coração de Sampa…

Enfim. Bateria recarregada – 2,5 horas de duração – um vídeo pornô carregado na tela e a câmera gravando… Só pra saber se a faxineira era sapequinha…

Ela entra… Futuca minha mala… Arruma o quarto… Olha pro notebook. Atende o celular… Fala com uma outra faxineira – que aparece no quarto e mexe no note. As duas gargalham… Uma futuca um pouco e depois vai embora.

A primeira continua no quarto. Tranca a porta. Observa a janela… Tira a calcinha e coloca uma perna sobre a cama. Dá play no vídeo e começa a se masturbar com meu desodorante. Desgraçada… A primeira coisa que fiz depois que vi o vídeo foi cheirar o frasco e imaginar aquela bucetinha sendo penetrada…

Ela fodia com o desodorante enquanto enfiava o desodorante na buceta e o chupava… A bateria acabou antes de ela terminar a limpeza…

Ô vontade de fuder com essa cadela como no vídeo.

Não, senhores… Não vou mostrar o vídeo. Essa porra gravou algumas coisas que não terei como censurar e me identificam muito… E também a pessoa… Enfim… Tudo apagado em 3, 2, 1…

(ou isso é só um conto… Vai saber…)

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BATIDA PORRETA. MISTUREBA FINA.

Alguns textos soltos, pra atualizar…

* Duas vagabundas me lingando. Não conheço nenhuma das duas. Deve ser trote essa porra, mas já é o suficiente pra esposa ficar me monitorando… Saco.

* Vontade de bater uma punheta toda vez que aquela estagiária vem com decote… E hoje foi um dia desses…

* Dias 24 e 25 em Sampa… Doido pra pegar alguém por lá, viu… Pena que quem eu queria pegar não está por lá…

* Ando cansado. Dormindo pouco. Atualizando pouco. Pensando pouco… Penso em vender minha parte na empresa e montar algo novo… Do zero… Bem numa roça…

* Voltei pra academia… Tenho que parar de olhar pra bundas por lá… Vou acabar comprando briga. Mas é cada bucetinha inchada que parece que é sacanagem… Só modelo nessa porra…

* A instrutora me pede carona todo dia… Já neguei mais de 6 vezes e ela sabe que é um corte… Acho uma delícia que mulheres que querem, insistem até conseguirem… Mal sabe ela que sou facinho, facinho…

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Entrevista Sarinha…

Caros leitores, essa é a nossa Sarinha. Resolvi entrevistá-la. Uma leitora que tenho penetrado aos poucos e tenho adorado fazê-lo. Esbanja tesão e adora compartilhar suas experiências. Deliciem-se em frente e verso. Apreciem sem moderação.

Primeiramente eu quero conhecer um pouco de você… Me fale um pouco de onde você é.

 RESPOSTA: Olá sou a Sarinha, Sou do Rio de Janeiro,tenho 31 anos, morena jambo de olhos mel a verde, cabelos cacheados..Sou amiga, tranquila,paciente demais e divertida e também adora sempre novidades.

Você é casada, solteira ou enrolada? E como navega – sozinha ou acompanhada?

RESPOSTA: Solteirissima  aff. Também navego sozinha rsrs..

Meu nome é T.A.D. e o que me levou ao site foi o gosto pela sacanagem… Sou casado há 10 anos aproximadamente e minha mulher  não curte putaria tanto quanto eu… Para suprir essa carência, criei um personagem e o sustentei.

Com o tempo, aprendi muito com minhas leitoras e meu relacionamento mudou… O foco do blog também mudou então ao invés de criticar o relacionamento à dois, hoje eu crio contos envolvendo a participação dos leitores, assim como você…

E você? O que te trouxe à esse espaço? O que te levou à putaria virtual e – o mais importante – o que te libertou à putaria? 

RESPOSTA: O que levou-me a “putaria virtual” foi um amigo que eu namorei por 2 anos e nós dois cometemos as maiores loucuras como transar em museu da Marinha rsrs e sendo filmado rsrs… Depois, passei a seguir blogs e sites e no qual,fiz muitas amizades super legais e que passamos do virtual ao real…

O que você utiliza para este espaço? Email fake, personagem criada, twitter?

RESPOSTA: O meu nome é fake. Mas,quem quiser entrar em contato comigo pode enviar email para sarinhalave@gmail.com.

Quais os espaços que você mais curte? 

RESPOSTA: O T.A.D rsrs, Erótico e profanodesejos e fantasias de casalponto erotyco, etc…

Voltando à você, em si… Como você se descreve?

RESPOSTA: Como eu disse sou muito calma e paciente, sou romântica e sensual, adoro exibir-me. Sou comunicativa e ao mesmo tempo calada. rsrs

Você me confidenciou que curte mulheres também… Você se descreveu como “meio bi” e isso me deixa curioso. Na verdade você tem um certo preconceito em se aceitar totalmente lesbica, se sente meio “enrustida” ou acha que realmente “meio bi” é o que te definiria?

RESPOSTA: “Meio bi” mesmo. Eu digo que eu gosto de relacionar-me com mulher, mas para namorar eu prefiro homens… Mas não dispenso a mulher, aliás sinto tesão pelos dois sexos.

Me conte uma coisa que você fez que chega a beirar a maior loucura que já fez na vida.

RESPOSTA: A maior loucura é o que foi dito anteriormente: transar dentro do museu da marinha e sendo filmada. E o meu ex-namorado quase foi preso!!!

E o outro foi com uma amiga que eu ficava e ela quase me enforcou com as suas pernas, quando estava  fazendo ela gozar com a minha boca e dedos na sua “menina”… Nossa! Quase morri nesse dia… Kkkkk!!!

E qual a loucura você adoraria fazer e talvez nunca tenha coragem? 

RESPOSTA: Fazer sexo com dois homens ao mesmo tempo. Não tenho coragem, mas é uma grande fantasia.

Qual loucura você gostaria de realizar e acredita que fará assim que aparecer a oportunidade?

RESPOSTA: Ser dominada por uma casal ao mesmo tempo.

Como você é na cama? Quais são os seus limites alcançáveis?

RESPOSTA: Eu sou romântica e ao mesmo tempo selvagem rsrs… Não tenho limites na cama quando estou com alguém que eu me sinta a vontade.

Gosto de liberdade e a pessoa se sentir liberada comigo.

Engole ou cospe? Essa pergunta, por si só, já parece nojenta para algumas mulheres, mas é realmente um assunto interessante. Algumas mulheres dizem que é grosseiro, mas uma amiga minha disse que “se uma mulher está disposta à chupar, é muito nojento e antissocial ela ficar com aquela cara de vômito e correr pra pia”. Como você é no oral, do começo ao final?

RESPOSTA: Bom, posso falar dos dois lados rsrsrs… Começo bem devagar: Na orelha, descendo para o corpo todo até chegar aos pés…  Adoro lamber todo o corpo da pessoa. Aí chego até o pau ou a “menina”. Beijo bem devagar, passo a mão, dedos, começo chupar devagar e depois mais intenso. Nos homens adoro engolir chegando a garganta e com sucção também rsrs… E nas mulheres até a minha língua e dedo entrar lá dentro… Na hora do gozo, prefiro engolir o mel da mulher e o gozo do homem… Tenho o prazer de engolir!

Pra finalizar… Diga algo que faria comigo. Algo com poucas linhas e que diga que faria pra me fazer gozar como eu nunca gozei e pra eu não te esquecer!!!

RESPOSTA: Eu faria uma massagem em você. Minha especialidade com um óleo de sua preferência no corpo todo e na hora de chegar no seu pau, eu começaria beijando ele, lambendo o seu saco, sugando o seu pau até chegar a minha garganta e olhando você com a cara bem safada. Depois sentaria em você de frente e daria o meu cuzinho bem delicioso até você gozar nele…

Se quiserem mais entrevistas como essas, PARTICIPEM E SEJAM ENTREVISTADOS.

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More than words II

Se quiser ver a primeira parte, clique aqui

Enfim… Foram 3 dias de conversa telefônica com várias desculpas para não sair comigo. Resolvi que aquietaria o facho e ficaria na passiva, uma vez que ela não estava me dando a esperada oportunidade. Nossa conversa era recheada de trocadilhos em torno da exposição que nos unira: “Tocar e sentir”…

Numa quinta feira meu celular toca e era ela… Toda decidida, sem nem dizer um “oi, como você está”, ela já chegou dizendo:

– Poxa, TAD… Tá frio hoje… O que você costuma fazer num dia desses?

Juro que eu ia dizer que eu assistia filmes… Mas pensei, na hora, que isso poderia trazer um certo desconforto na conversa… Até por que ela não queria saber o que eu faria, ela queria um convite…

– Vinho + Petiscos + uma boa cia…
– E você tem tudo isso na sua casa?
– Quase tudo… Ainda procuro uma boa cia… Quer me fazer a honra?
– Adoraria… Mas a Nanda vai sair com o namorado… Queria só conversar contigo um pouco mesmo e saber o que você está pensando em fazer à noite…
– Poxa, Marina… Vai ficar comigo só no telesexo, é? Ou vai sair só quando levar a irmãzinha? Quero você aqui em casa um pouco… Se eu quiser um mènage eu juro que chamo ela, mas você não quer vir sozinha não?
– Kkkkkk… Não, TAD… Achei que seria legal sair nós quatro…
– Suruba? Tá… Chamo os dois na próxima. Mas vamos com calma, ok? Que tal você vir aqui tomar um vinhozinho, ouvirmos uma boa música e falarmos um pouco de besteira com os telefones desligados?

Ela riu novamente… Mas não respondeu. Claramente não estava acostumada a sair. Achei que os 5 segundos de pausa foram mais do que suficiente pra eu me posicionar mais fortemente:

– Que horas te busco?
– Só vinho e petiscos?
– Não se faça de sonsa… Vinho + Petiscos + Cia. Tudo disponível pra beber ou comer…
– Comer eu não digo… Mas tocar e sentir, quem sabe…

Juro que eu estava nervoso. Não queria magoar alguém que está nitidamente carente… Mas realmente gostei dela. E se ela queria ser tocada, maior discriminação a minha seria se eu ignorasse aquele corpão e aquele olhar penetrante e só prestar atenção em sua deficiência visual.

Pensei muito antes de continuar, mas fui buscá-la e cá estávamos, na varanda de meu apê saboreando uma tábua de frios e tomando um bom vinho, ouvindo uma boa música e jogando conversa fora. Não demorou muito pra ela me perguntar:
– Não vai me perguntar o que eu trouxe pra você provar não?

A cachorra foi mais rápida que eu… Veio me beijando aos poucos… De leve, mas muito gostoso… Toquei em seu seio e ela tentou impedir. Enfiei a língua na boca dela e ela respirou fundo. Tremeu as mãos claramente.

Continuei beijando e tentando fazê-la beijar menos ofegante (é que não gosto de beijar como quem está desesperado lutando contra uma invasão alienígena, sabe?) mas estava difícil… Um tempinho depois e ela foi acalmando. Tentei invadir o blusão de frio dela, porém ela resistiu algumas vezes. Continuamos só nos beijando até que eu falei:
– Quantos anos você tem?
– Para… Vai dar o furo de me perguntar idade?
– Para você, pow… Está com a calcinha encharcada pedindo, mas fica me impedindo de te tocar… Tudo bem se você não quiser, mas não finge que você esbarrou sem querer no meu pau… Sem querer mais de 6 vezes por segundo não é uma estatística aceitável como acidental…
– Se você quiser eu paro… Só queria tocar e sentir. (falou e tentou um leve sorriso, como quem quer desconversar um pouco).
– Eu também quero tocar e sentir. Mas quero fazer isso de dentro pra fora, Marina… Quero te virar pelo avesso…
– Para, TAD… Não sou assim…
– Assim como?

Ela fez um breve silêncio. Peguei a mão dela e vim trazendo pra minha barriga devagarzinho. Deixei ela acariciando ali e comecei a beijá-la… Beijei um pouco seu rosto e fui chegando no ouvido… Mordi o lóbulo da orelha, respirei fundo e falei:
– Mata sua curiosidade, vai… É tocar e sentir, como você sempre fez…

Ela respirou fundo… Meu pau estava todo melado e parte de minha barriga também já tinha melado, pois ajeitei o pau pra fora da bermuda algumas vezes. Ela pegou e respirou fundo. Ficou punhetando devagarzinho e beijando cada vez mas gostoso minha boca…

– Posso provar tudo, TAD?
– Pode, cachorra…
– Você não vai me criticar se eu não fizer nada não?
– Caralho, Marina… Deixa rolar, ok? Se não rolar nada além disso, já posso dizer que foi muito gostoso e que eu torço pra não faltar vinho nessa casa nem frio por aqui, só pra tentar todo dia repetir a dose…

Arrisquei com as mãos novamente nos seios e ela se afastou um pouco. Foi no meu ouvido e disse:
– Me mostra seu quarto, TAD. Aqui fora tá muito frio e eu quero mais é que a coisa esquente…

Fomos pro quarto. Sentei na cama e ela me beijou. Tirou a blusa de frio e ficou parada. Fui até ela e tirei o resto da roupa dela… Pouco a pouco fui despindo-a enquanto ela também tirava minha roupa… Quando tirou minha cueca ficou muito sem graça quando eu fiz meu pau esbarrar no rosto dela. O que eu podia fazer? Juro que achei que ela iria pagar um boquete, mas ela ficou realmente sem graça com isso. Não forcei.

Tirei a roupa dela e ela estava com a boceta raspadinha… Deliciosamente raspada e incrivelmente melada. Posicionei ela na cama, com as pernas abertas. Desci seu corpo beijando cada centímetro e enfiei a língua na boceta. A vontade minha era de enfiar a língua no cuzinho dela também, mas como ela estava claramente incomodada com o que eu estava fazendo, chupei a boceta por pouco tempo. Ela resistiu um pouco até pra eu beijá-la depois de chupá-la… Mas enfiei a língua com o mel dela em sua boca e ela cedeu de vez. Enquanto eu a beijava, ela tentava ajeitar meu pau na entrada de sua boceta. Resisti um pouco de meter, só pra ver o desespero da gata. Ela respirava fundo… Rebolava… Se inquietava e sorriu quando percebeu que minha resistência era proposital, então disse:

– Quando eu quero algo, eu tenho.
– Ah é? E como você vai ter o que você quer?
– Assim…

Falou e ameaçou cravar a unha no meu pau. Sentindo aquilo pressionando meu pau, enfiei a língua na boca dela novamente e o pau na boceta… Comecei devagarzinho, mas rapidinho comecei a socar com força…
– Pedindo assim, com jeito… Seu pedido é uma ordem…

Ela gemia… Rebolava… Me abraçava e me arranhava (bem pouquinho). Parecia que cada 3 ou 4 estocadas, ela gozava novamente… Rapidinho ficou de 4 pra mim e exigiu que eu penetrasse mais rápido e mais forte…

Mordeu meu travesseiro todo… A ponto de deixar as marcas dos dentes no viscoelástico. Nunca tinha visto isso…

A boceta dela latejava forte, como quem faz pompoarismo há tempo. E eu metia arreganhando a bundinha dela, pra ficar observando o cuzinho.

– Ele ainda vai ser meu. Você sabe, né?
– Sei, TAD… Mas enquanto eu puder, vou proteger a integridade dele.
– O que você não sabe, Marina, é que você é que vai me pedir isso…

Ela gozava ainda mais quando eu falava. Parecia que tudo era novo pra ela.

Gozei muito dentro dela. Obviamente eu estava de camisinha, mas a camisinha realmente encheu… Ela praticamente me engolia com os beijos e dizia rapidamente:
– Quero mais, TAD… Muito mais… Quero todo dia…

Aquilo me deu um certo desespero na hora, mas depois ela foi se acalmando…

Foi minha amiga de foda por bastante tempo… E comi sim aquele rabinho gostoso… Mas quem sabe eu não conte numa outra vez?

[Feche os olhos, sinta e comente…]

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More than words…

Ao ver o título da exposição de arte, eu realmente pensei se tratar de putaria: TOCAR E SENTIR…

Entrei claramente mal intencionado… Mas me deparei com pinturas simples… aparentemente infantis. Achei interessante ver que não havia restrição quanto a tocar nas obras de arte… As obras, em relevo, eram justamente para serem tocadas.

Gostei da ideia. Se não sairia dali com uma safada potencial para uma possível aventura, com certeza sairia dali com um pouco de arte nas veias…

Observei Marina tocando uma obra… Não era a mulher mais linda do mundo, mas ela tocava a obra com um prazer no rosto que parecia estar masturbando a obra… Várias mãos em relevo e ela as tocava entre os dedos… É ELA – pensei… O difícil seria fazê-la se tocar e despachar a amiga.

Colei ao lado dela. Olhei pra amiga como quem diz um “- oi… Vou puxar conversa com ela assim que você cair fora” e comecei a tocar o quadro também, o que fez com que Marina parasse de tocar e simplesmente a observava com um vago olhar a imagem à sua frente…

Sua amiga falou algo em seu ouvido. Sorriram. A amiga saiu e ela ficou ali, com um olhar que atravessava o quadro.

– Profunda essa exposição, não? Ainda tento pegar o feeling dela, mas estou meio confuso… – Falei vagamente, como se fosse para ninguém responder.
– É por que você está observando com os olhos. Pare de ver e toque…

Por alguns segundos eu pensei que fosse uma cantada. Como ela olhava diretamente pra mim enquanto falava, fiquei extasiado com seus olhos extremamente azuis… Ela fixava o olhar em mim, mas claramente não me via. Meus 2 segundos de silêncio me denunciaram à ela:
– Engraçado… Eu estava me interessando por você por que achei que havia entrado aqui para sensibilizar com a causa. Mas você é só um garoto perdido.
– Engano seu… Entrei aqui procurando por algo para “tocar e sentir” e tudo o que vejo agora me dá vontade de tocar…

Foi a vez dela engolir saliva… O leve sorriso no rosto me fez perceber que ela gostou da ideia… Então foi minha vez de intimidá-la:
– Será que não é você que está perdida aqui? Tocando obras de arte tentando entender seus detalhes, quando na verdade você gostaria é de ser a obra de arte a ser tocada?
– Hum… Você sabe usar as palavras à seu favor, heim…
– O sentido de visão só nos engana, minha cara… Casais inteligentes apagam a luz para aguçar os que realmente importam.

A conversa se incendiou rapidamente… Mas a amiga rapidamente se juntou à nós com o claro intuito de não me deixar levá-la ao abatedouro… (amigas super protetoras, vocês são umas malas). Trocamos telefone e a vontade do toque ficou em nossa cabeça.

Algo realmente novo… Mas que vocês aguentam esperar um próximo post para saberem a continuação…

[Feche os olhos e comente…]

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Aaaah, nal…

Tinha sido um dia estressante. Realmente nervoso até no trânsito. Chego em casa puto da vida e doido pra tomar um banho. Nem reparo que não vi minha esposa na sala…

Tomo uma ducha fria pra relaxar e vou pro quarto… Lá está minha cadela, de quatro na beirada da cama e no cio. Meu pau foi o primeiro a se esquecer dos problemas.

De um lado dela, um frasco de KY. Do outro, um pequeno estimulador clitoriano. A ordem era clara. Cabia a mim o cumprimento…

Não falei uma só palavra. Ela ainda me perguntou, sem olhar pra trás, com uma vozinha bem sacana:
– Amor… Você está se sentindo bem? Se não quiser, não é obrigado, tá?

Ah… A ordem era realmente clara.

Lambuzei o pau e o cuzinho dela com o KY e botei a cabecinha… Liguei o brinquedinho e comecei a estimulá-la… Meu pau, juntamente com os meus problemas, foram deslizando cu à dentro… As leves reboladas e o gemido sofrido da safada me fizeram sentir que ela estava absorvendo tudo de ruim que eu tinha…

Pra ela? Era tudo de bom…

Estremecia as pernas enquanto eu deslizava, ainda em ritmo lento, pra dentro e pra fora… Dei um respiro aliviado quando meus problemas pareciam ter sumido… De um estalo eu começo a perceber a dádiva que eu recebera.

Parecia que eu havia sido teleportado para aquele momento: Olhar aquele rabo engolindo meu pau, os cabelos longos deslizando para o lado, os fartos seios e as curvas que se disponibilizavam para mim naquele momento, me deixava com uma sensação de “COMO CHEGUEI ATÉ AQUI?”. Só que definitivamente não era hora de perguntas.

Enrosquei o cabelo dela em minha mão direita… Puxei de leve… Cheguei próximo ao ouvido e falei:
– Agora eu te fodo, sua puta!!!

Com um leve sorriso ela respondeu:
– Bem vindo, TAD… Tava com saudades…

Hakuna matata a todos.

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BOA DE CAMA…

O que faz uma mulher ser boa de cama?
Respondi essa pergunta, ha um tempo atrás, com a seguinte observação:
“- Uma mulher boa de cama não é a que faz tudo… É a gosta do que faz. É a que GOSTA DE FAZER TUDO. Às vezes a mulher chupa e pede pra gozar na cara… Na hora ela quase vomita. Engole, mas fica com nojo… No final das contas? Os 10% de sexo que ela fez por obrigação foram os que mais chamaram a atenção dele…”

Enfim… Acho que isso explica bem o que eu espero numa cama: Gostaria sim que uma mulher fizesse de tudo. Mas uma mulher que se empenha naquilo que gosta consegue ser bem melhor. Aquela que trepa pra gozar e, TALVEZ, fazer gozar… Aquela que está empenhada no sexo, morrendo de tesão…

Achei, por curiosidade, um site com um texto pra lá de atraente… Super sério e muito bem escrito. Deixo o link original do blog para não cair no plágio… Segue o texto, na íntegra:

Boa de cama

Afinal, o que é ser boa na hora H? Eles respondem!

Depois do rala e rola, toda mulher fica com a pulga atrás da orelha. “Será que ele gostou?” Como pega mal perguntar que nota ele dá para a sua performance, achamos melhor descobrir isso para você. Apesar de vivermos falando sobre homens, sabemos muito pouco do que se passa na cabeça deles. Afinal, o que eles consideram uma mulher boa de cama?

Deixe o pudor do lado de fora

Eles são unânimes: “Mulher boa de cama é a que sabe que entre quatro paredes não cabem pudores nem frescuras. Só prazer!”, resume o redator publicitário Fidélis Alcântara, 31 anos. Em outras palavras, ser bem resolvida com seu corpo e com o corpo do outro. E não vale dizer que já sabia!

São tantas as mulheres que não se sentem à vontade na hora do sexo, que o fato até rendeu uma expressão no submundo masculino. “Pegar o p. com o guardanapo”, define, sem dó nem piedade, o gerente de projetos Gustavo Malheiros*. Aos 30 anos, Gustavo procura exatamente o oposto disso. “Quem é boa de cama não acha o sexo uma coisa suja. Mesmo tendo limitações, está disposta a ampliar seus limites. Escuta as vontades do parceiro, mas também espera que suas vontades sejam ouvidas”, explica.

Portanto, mulheres, se vocês pretendem ser aprovadas com louvor no quesito cama, mesa e banho – afinal, sexo não se resume ao quarto –, a regra é ousar. “As melhores conseguem ser dominadoras e submissas ao mesmo tempo. São sexy, fazem com vontade, se entregam por completo. Não têm medo de experimentar, nem de ensinar. Estão sempre por dentro das novidades, e dispostas a testar uma nova posição“, afirma o produtor de eventos Luciano Braga*. Mas e nós, em meio a tantas estripulias, onde ficamos? “Calma, tem hora para tudo, para fazer o que eu quero e o que ela quer. A mulher boa de cama sempre satisfaz seus desejos”, redime-se Luciano.

Em busca do próprio prazer

Pode parecer óbvio, mas satisfazer a si mesma não é pré-requisito para todas. “Tem muita mulher que se esquece do próprio prazer, na tentativa de agradar ao homem. Isso é frustrante não apenas para elas, mas para eles também. Quando a mulher não atinge o orgasmo, o parceiro pode se sentir responsável“, afirma o terapeuta sexual Arnaldo Risman.

E de uma coisa você pode ter certeza: a mulher boa de cama sempre encontra o caminho para o seu prazer. O publicitário Bernardo Costa faz coro: “Para ser boa entre quatro paredes, é preciso gostar muito de sexo. Expressar suas vontades, se exibir, tomar a iniciativa“, diz. É exatamente por isso que essas mulheres fazem tanto sucesso entre a ala masculina. “Elas tiram um pouco da nossa obrigação de ser responsável por tudo. É claro que sexo bom não depende só da atuação da mulher, mas é fundamental que ela participe”, explica Bernardo.

Responder pelo próprio prazer e pelo prazer do parceiro parece complicado? O terapeuta sexual Arnaldo Risman garante que, com uma boa dose de autoestima, é possível dar conta do recado. “A autoestima é primordial em qualquer relação sexual. Ela se manifesta de dentro pra fora e de fora para dentro. Tanto a mulher vai se sentir bem – e capaz de dar prazer –, quanto o homem vai perceber isso”, afirma. Fazê-lo acreditar, só depende de você.

Sexo com amor

Em meio a tantas posições, gritos e sussurros, a boa de cama acaba esquecida entre as letras da agenda telefônica. Aos 30 anos, o funcionário público Klaydson Silveira afirma: “Acabado o sexo, por melhor que tenha sido, fica a impressão de que poderia ter sido com qualquer uma. Repetir a dose vai depender de quanto tesão se sente pela mulher, e só”, simplifica.

Em busca de algo mais consistente, Klaydson abriu mão das aventuras. Está noivo e vai se casar. “Para mim, mulher boa de cama é aquela que eu amo. Quando sexo e amor andam juntos, passa a ser uma experiência sensorial. Você pode até ter uma noite inesquecível com uma mulher maravilhosa, mas se todos os seus sentidos não estiverem antenados naquilo, não será completo”, derrete-se em uma verdadeira declaração de amor.

Mesmo romântico, o sexo pode – e deve – continuar intenso. Não é porque o amor entrou no meio dos lençóis, que as loucuras precisam se retirar. “O sexo pode ser selvagem, mesmo aliado ao amor. Quando isso acontece, deixa de ser só tesão para se tornar muito mais forte e intenso”, garante Klaydson. É ver – e experimentar – para crer!

Texto extraído do site BOLSA DE MULHER, no link:  ttp://www.bolsademulher.com/sexo/boa-de-cama/

Entrem, leiam as outras matérias (uma mais foda que a outra), cliquem nas propagandas (eles ganham dinheiro assim) e deem a maior moral pra eles… Até por que assim que eles se sentem incentivados a produzir mais e mais e mais e mais…

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UM DIA FRIO… UM BOM LUGAR PRA LER UM LIVRO…

Pois é… Um dia frio sempre nos leva a algumas tradições…

Acordar esfregando num pé gelado que ficou de fora do edredom… Sentindo uma boca quente lambendo a cabecinha enquanto ela lateja pra acordar… Ô delícia…

Aproveitamos o dia de manifestações para fazermos nossas reivindicações serem acatadas um pelo outro. Tivemos que ceder…

Um belo dum vinho separado para mais tarde e veremos se nosso cardápio terá uma suculenta lagosta teremos uma sopinha para combinar com o clima… Tudo depende se nossos companheiros de truco virão ou não para cá hoje…

Enfim… Feliz paralisação nacional para todos os leitores. Carpe Dien…

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VENDE-SE UM CARRO

Resolvi vender um carro que estava parado na garagem. Um ford Ka 2001 reformado e completo: Banco de couro, ar condicionado, painel multimidia com gps, retrovisor elétrico, câmera de ré, sensor de estacionamento e o escambal. Todo adaptado para o melhor que um carro antigo deveria ter. Acontece que com a chegada do carrinho novo, este acabou ficando esquecido… E ele é bem feminino a bem da verdade…

Enfim…Esse carrinho vermelho sangue foi o grande protagonista dessa história de hoje.

Foi só parar o carro de frente à concessionária para fazer uma avaliação do valor de mercado que Vi Rita atravessando a rua aos berros, pedindo pra eu parar. Pensei que a louca estava sendo assaltada, pois deixou um i30 do outro lado da rua, aberto e provavelmente com as chaves dentro…

– Bom dia. Esse carro é o que estava na BR Tunning reformando a pintura?
– O próprio. Mas tem tempo isso…
– Está à venda?
– Depende…

A conversa foi desenrolando e ela se revelou uma antiga admiradora do modelo compacto. Achava os compactos, em geral, muito feios, mas este ela era simplesmente apaixonada e só não comprar um até então pela falta de opcionais de fábrica… Nunca passara por sua cabeça uma adaptação às suas necessidades… Rapidamente solicitou um test-drive. Foi ao carro pegar algumas coisas, o travou ali mesmo e fomos dar um passeio, se revelando uma exímia motorista. Seu vestidinho curto também revelara muita coisa interessante…

Nos dirigimos para a região praiana. Começava a chover e, como ela decidira ficar com o brinquedo, passamos em uma casa de praia dela na região. Ela preferia fazer a transferência eletrônica a partir do pc dela.

Casinha estilo chalé e bastante aconchegante. Fechamos negócio e ela fez uma transferência via TED enquanto a chuva se tornava violenta demais para arriscar um retorno ao centro e acabou por nos prender a uma deliciosa conversa, regada à vinho que serviu para comemorarmos o fechamento de negócio…

Com a chuva cooperando bastante, fui convidado para almoçar – um almoço que ainda não estava nem começando. Resolvi aceitar, desde que eu fosse o mestre cuca. Falei que o vinho combinaria muito com uma bela de uma macarronada. Ela concordou…

Quanto mais o tempo passava, menos nos interessávamos no assunto que nos ligava e mais nos interessávamos pelo prazer que aquela companhia poderia nos proporcionar… E isso ficava evidente à cada trocadilho malicioso durante o preparo da refeição.

“- Minha cozinheira sabe fazer o melhor macarrão do mundo.
– Minha cara, o melhor é este que vos sirvo.
– Aaaah, mas não é mesmo. Vai ter que me provar.
– Pretendo te provar em breve. E com o maior prazer…”

Pós almoço, entre um assunto e outro e ficando cada vez mais próximos e mais alegres com o vinho, um leve esbarrão foi o suficiente para nos calar por alguns milésimos de segundo… Nossas línguas se falaram por si.

As mãos inquietas daquela coroa de 4.3 turbinada sabiam bem invadir uma calça jeans e alcançar meu pau antes de eu expor seus seios. Era a minha vez de fazer um test drive!!!

Botei a tração nas 4 patas dela para funcionar. Sacudi bastante e meti com força para saber até onde o amortecedor dela suportava. Em pouco tempo ela confidenciou que suportava engate na traseira e que ali era seu forte diferencial. Tive que ver o quanto aquela boca falava a verdade. Mesmo com o engate na traseira chegando ao talo e tomando um puta de um sacode, a cachorra gemia baixinho com um sorriso de quem diz que está adorando, mas já está acostumada a fechar negócios assim. Me deu um certo tremor ver aquele sorriso e acabei por sorrir como se acabasse de entender que estava caindo em um golpe e havia perdido meu carro e minha grana…

Gozei dentro daquele cuzinho delicioso, me perguntando onde estava o golpe e o que eu poderia fazer para tentar desfazer o prejuízo…

Nos falamos pouquíssimas vezes depois daquele dia. Me senti algumas vezes até um adolescente correndo atrás de uma paixão besta… Mas a foda foi realmente deliciosa.

Não era golpe. Pagou, transferiu a documentação e sumiu do mapa…

Cachorra…

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