More than words II

Se quiser ver a primeira parte, clique aqui

Enfim… Foram 3 dias de conversa telefônica com várias desculpas para não sair comigo. Resolvi que aquietaria o facho e ficaria na passiva, uma vez que ela não estava me dando a esperada oportunidade. Nossa conversa era recheada de trocadilhos em torno da exposição que nos unira: “Tocar e sentir”…

Numa quinta feira meu celular toca e era ela… Toda decidida, sem nem dizer um “oi, como você está”, ela já chegou dizendo:

– Poxa, TAD… Tá frio hoje… O que você costuma fazer num dia desses?

Juro que eu ia dizer que eu assistia filmes… Mas pensei, na hora, que isso poderia trazer um certo desconforto na conversa… Até por que ela não queria saber o que eu faria, ela queria um convite…

– Vinho + Petiscos + uma boa cia…
– E você tem tudo isso na sua casa?
– Quase tudo… Ainda procuro uma boa cia… Quer me fazer a honra?
– Adoraria… Mas a Nanda vai sair com o namorado… Queria só conversar contigo um pouco mesmo e saber o que você está pensando em fazer à noite…
– Poxa, Marina… Vai ficar comigo só no telesexo, é? Ou vai sair só quando levar a irmãzinha? Quero você aqui em casa um pouco… Se eu quiser um mènage eu juro que chamo ela, mas você não quer vir sozinha não?
– Kkkkkk… Não, TAD… Achei que seria legal sair nós quatro…
– Suruba? Tá… Chamo os dois na próxima. Mas vamos com calma, ok? Que tal você vir aqui tomar um vinhozinho, ouvirmos uma boa música e falarmos um pouco de besteira com os telefones desligados?

Ela riu novamente… Mas não respondeu. Claramente não estava acostumada a sair. Achei que os 5 segundos de pausa foram mais do que suficiente pra eu me posicionar mais fortemente:

– Que horas te busco?
– Só vinho e petiscos?
– Não se faça de sonsa… Vinho + Petiscos + Cia. Tudo disponível pra beber ou comer…
– Comer eu não digo… Mas tocar e sentir, quem sabe…

Juro que eu estava nervoso. Não queria magoar alguém que está nitidamente carente… Mas realmente gostei dela. E se ela queria ser tocada, maior discriminação a minha seria se eu ignorasse aquele corpão e aquele olhar penetrante e só prestar atenção em sua deficiência visual.

Pensei muito antes de continuar, mas fui buscá-la e cá estávamos, na varanda de meu apê saboreando uma tábua de frios e tomando um bom vinho, ouvindo uma boa música e jogando conversa fora. Não demorou muito pra ela me perguntar:
– Não vai me perguntar o que eu trouxe pra você provar não?

A cachorra foi mais rápida que eu… Veio me beijando aos poucos… De leve, mas muito gostoso… Toquei em seu seio e ela tentou impedir. Enfiei a língua na boca dela e ela respirou fundo. Tremeu as mãos claramente.

Continuei beijando e tentando fazê-la beijar menos ofegante (é que não gosto de beijar como quem está desesperado lutando contra uma invasão alienígena, sabe?) mas estava difícil… Um tempinho depois e ela foi acalmando. Tentei invadir o blusão de frio dela, porém ela resistiu algumas vezes. Continuamos só nos beijando até que eu falei:
– Quantos anos você tem?
– Para… Vai dar o furo de me perguntar idade?
– Para você, pow… Está com a calcinha encharcada pedindo, mas fica me impedindo de te tocar… Tudo bem se você não quiser, mas não finge que você esbarrou sem querer no meu pau… Sem querer mais de 6 vezes por segundo não é uma estatística aceitável como acidental…
– Se você quiser eu paro… Só queria tocar e sentir. (falou e tentou um leve sorriso, como quem quer desconversar um pouco).
– Eu também quero tocar e sentir. Mas quero fazer isso de dentro pra fora, Marina… Quero te virar pelo avesso…
– Para, TAD… Não sou assim…
– Assim como?

Ela fez um breve silêncio. Peguei a mão dela e vim trazendo pra minha barriga devagarzinho. Deixei ela acariciando ali e comecei a beijá-la… Beijei um pouco seu rosto e fui chegando no ouvido… Mordi o lóbulo da orelha, respirei fundo e falei:
– Mata sua curiosidade, vai… É tocar e sentir, como você sempre fez…

Ela respirou fundo… Meu pau estava todo melado e parte de minha barriga também já tinha melado, pois ajeitei o pau pra fora da bermuda algumas vezes. Ela pegou e respirou fundo. Ficou punhetando devagarzinho e beijando cada vez mas gostoso minha boca…

– Posso provar tudo, TAD?
– Pode, cachorra…
– Você não vai me criticar se eu não fizer nada não?
– Caralho, Marina… Deixa rolar, ok? Se não rolar nada além disso, já posso dizer que foi muito gostoso e que eu torço pra não faltar vinho nessa casa nem frio por aqui, só pra tentar todo dia repetir a dose…

Arrisquei com as mãos novamente nos seios e ela se afastou um pouco. Foi no meu ouvido e disse:
– Me mostra seu quarto, TAD. Aqui fora tá muito frio e eu quero mais é que a coisa esquente…

Fomos pro quarto. Sentei na cama e ela me beijou. Tirou a blusa de frio e ficou parada. Fui até ela e tirei o resto da roupa dela… Pouco a pouco fui despindo-a enquanto ela também tirava minha roupa… Quando tirou minha cueca ficou muito sem graça quando eu fiz meu pau esbarrar no rosto dela. O que eu podia fazer? Juro que achei que ela iria pagar um boquete, mas ela ficou realmente sem graça com isso. Não forcei.

Tirei a roupa dela e ela estava com a boceta raspadinha… Deliciosamente raspada e incrivelmente melada. Posicionei ela na cama, com as pernas abertas. Desci seu corpo beijando cada centímetro e enfiei a língua na boceta. A vontade minha era de enfiar a língua no cuzinho dela também, mas como ela estava claramente incomodada com o que eu estava fazendo, chupei a boceta por pouco tempo. Ela resistiu um pouco até pra eu beijá-la depois de chupá-la… Mas enfiei a língua com o mel dela em sua boca e ela cedeu de vez. Enquanto eu a beijava, ela tentava ajeitar meu pau na entrada de sua boceta. Resisti um pouco de meter, só pra ver o desespero da gata. Ela respirava fundo… Rebolava… Se inquietava e sorriu quando percebeu que minha resistência era proposital, então disse:

– Quando eu quero algo, eu tenho.
– Ah é? E como você vai ter o que você quer?
– Assim…

Falou e ameaçou cravar a unha no meu pau. Sentindo aquilo pressionando meu pau, enfiei a língua na boca dela novamente e o pau na boceta… Comecei devagarzinho, mas rapidinho comecei a socar com força…
– Pedindo assim, com jeito… Seu pedido é uma ordem…

Ela gemia… Rebolava… Me abraçava e me arranhava (bem pouquinho). Parecia que cada 3 ou 4 estocadas, ela gozava novamente… Rapidinho ficou de 4 pra mim e exigiu que eu penetrasse mais rápido e mais forte…

Mordeu meu travesseiro todo… A ponto de deixar as marcas dos dentes no viscoelástico. Nunca tinha visto isso…

A boceta dela latejava forte, como quem faz pompoarismo há tempo. E eu metia arreganhando a bundinha dela, pra ficar observando o cuzinho.

– Ele ainda vai ser meu. Você sabe, né?
– Sei, TAD… Mas enquanto eu puder, vou proteger a integridade dele.
– O que você não sabe, Marina, é que você é que vai me pedir isso…

Ela gozava ainda mais quando eu falava. Parecia que tudo era novo pra ela.

Gozei muito dentro dela. Obviamente eu estava de camisinha, mas a camisinha realmente encheu… Ela praticamente me engolia com os beijos e dizia rapidamente:
– Quero mais, TAD… Muito mais… Quero todo dia…

Aquilo me deu um certo desespero na hora, mas depois ela foi se acalmando…

Foi minha amiga de foda por bastante tempo… E comi sim aquele rabinho gostoso… Mas quem sabe eu não conte numa outra vez?

[Feche os olhos, sinta e comente…]

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Sobre T.A.D.

T.A.D. É um personagem, que diz o que passa na cabeça de seu autor. Visite o blog mais vezes para tirar suas conclusões: http://migre.me/b2PzD
Esse post foi publicado em Conto, Minha autoria, Putaria, Texto Solto. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para More than words II

  1. Admirável Curiosa disse:

    Senhor! Fiquei sem ar…sem fala, e imaginando a cena.
    E que pela cena, adoro conversas com duplo sentidos, eles são os melhores, e nos levam a coisas melhores ainda.

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