Please, don’t cry

Estive fazendo um balanço sobre esse blog…

Tenho feito muitas amizades… tenho vivido muita coisa impublicável… e tenho ouvido histórias engraçadas, chocantes, tristes, etc.

As histórias realmente mexem comigo: “Traí meu ex com o melhor amigo dele. Ele me provocava dizendo que eu estava atraído pelo amigo e acabei ficando mesmo…” ou “dois caras broxaram comigo essa semana. Porra, sou gostosa pra caraleo e os caras broxam? O que está acontecendo?” Ou ainda “traí e publiquei as fotos. Ele não sabe… O outro é casado e  mulher não desconfia”.

Histórias reais que parecem ficção… Histórias de gente como eu. Aliás, tem as minhas histórias também que vivo cada vez mais intensamente e… e as coisas vem acontecendo.

Outro dia tive um sonho que mecheu comigo… sonhei com uma tentativa de suicídio que eu poderia ter salvo mas quis esperar uma reação da suicida antes de tomar alguma providência. Estava eu disposto a só agir se não houvesse esperança alguma e, no último segundo, a pessoa reagiu. Nisso dei um tapa na cara dela e falei que se ela quisesse ajuda, que procurasse outro… Mas se quisesse conversar, eu estaria alí.

No mesmo dia recebi um e-mail de uma amiga que estava decidida a matar seu fake… falei um monte na cara dela e ela me confessou que chorou por causa disso… Foram coisas boas, sobre a falta que ela vai fazer e as coisas que ela perde com esse “fakecídio”. Mas foi justamente pelas palavras serem boas é que ela chorou…

Conclusão: O mundo virtual também é carregado de sentimentos. Se vc tem um fake, lembre-se que você cativa as pessoas. Se vc conseguiu um showzinho particular na webcam, lembre-se que aquela pessoa confia em vc. Se ela te chama pra conversar ou se pede seu e-mail real, é pq realmente se importa contigo.

Não importa se é fake. Pessoas são sempre reais.

Thats All, folks…

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Sobre T.A.D.

T.A.D. É um personagem, que diz o que passa na cabeça de seu autor. Visite o blog mais vezes para tirar suas conclusões: http://migre.me/b2PzD
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4 respostas para Please, don’t cry

  1. Alice disse:

    Lindas palavras Tad!
    A gente sabe que no fake só mostra o que realmente é. Só que chega um momento se mostrar escondida cansa. A gente fica se sentindo meio escravo… sei lá.

    Bjos querido!

  2. Leandro Amaral disse:

    Concordo com a Alice, chega uma hora que cansa administrar duas realidades.
    Mas o que fazer quando as pessoas a sua volta nao aceitam sua real personalidade? Será que eu curtir sexo é degeneração de caráter ou apenas um desejo que muitos insistem em esconder.
    Meu colega de trabalho me perguntou na sexta-feira o porque dele ter vontade de fazer barbaridades na cama (e faz), e com minha mulher que é muito mais bonita e gostosa eu fico só no papai+mamãe? Passamos o almoço falando no assunto e eu deduzi que é a opressão da religião que os leva a isso. O pastor disse que é proibido fazer sexo oral, dar o cuzinho, falar palavroes para a mulher e vice-versa. Então ele foge para as putas, vira um fake de carne e osso!
    Confesso que estravazar as vontades usando um nome ficticio nos proteje um tanto e abre outras possibilidades. Quando eu era casado nao quis usar um fake e acabei me dando mal, pois a mulher descobriu e foi o inicio de uma DR que terminou com a relação.
    O que nao pode é o fake ter uma personalidade diferente, aí já é indicio de um transtorno.
    Eu curto e muito blogs (principalmente os de sacanagem), mas uso um pseudonimo para proteger minha identidade.

    Leandro

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