Diana…

Mina do meu condominio

Eu tinha apenas 22 anos. A vida era muito boa, complicado era eu. O apartamento era bom… herança farta que meu pai me deixou. Fora a pensão (duraria enquanto eu estivesse na faculdade), que eu juntava para montar meu próprio empreendimento (ou pagar cursinhos e entrar para uma empresa pública com um bom salário, opção que sempre achei deprimente, mas acabei optando).

Entregador de pizza. Fiquei nessa por 2 meses, até ser assaltado e ficar traumatizado. Drama superável que muda todos os planos de um homem… Mas até isso acontecer, muita coisa aconteceu. O dia hoje está chuvoso… como naquela madrugada…

Telefone toca as 3h de sexta. O próprio chefe atende e já me manda o ultimato:
– Aê, muleque… Entrega essa pizza pra um casalsinho lá no seu condomínio… Aproveita e fica por lá mesmo.

– Manda!!!

Estava tarde… Chovia bastante… quem diabos pede uma pizza logo no fim de festa?

– O endereço é este. Pizza média. O nome? Diana.

Chegando enxarcado no bendito endereço, quem eu encontro? A safada da Diana… 2 anos mais velha que eu, Diana era o tipo de menininha safada que se deu bem, dando pra pessoa certa e conseguindo certa grana…

Diziam as más línguas que Diana se envolvera com cara casado. Era bem o estilo dela. Ela não me reconheceu logo de cara:

– Pode cancelar este pedido!? (a frase soava tão deprimente que não parecia nem uma pergunta e nem uma afirmação).
– Diana?
– Nando?
– Ha quanto tempo, gata… Andou fazendo upgrade completo no equipamento, heim… (disse isso sem sequer medir as consequências… já que não conseguia disfarçar que eu a secava mais que o Frajola quando vê o piu-piu na jaula. E se ela estivesse acompanhada?).

Não era o caso. Ela estava sozinha e entrou no clima:

– He… silicone frente e verso. Gostou?
– Lógico que gostei… Mas… eh… chegou a pizza do casal e estou meio que correndo… Então… a gente troca idéia outra hora. Me passa seu tel?
– Ah.. fala sério que eu vou te deixar ir embora assim… Quem eu esperava me deu um cano. Entra e se seca pelo menos. Aproveita e divide a pizza comigo… a não ser que… vc tem que entregar mais alguma coisa? Tem alguém esperando você chegar?
– Ah não… Eu moro aqui mesmo. Lá no “Casteliano”, 12º andar.
– Hum sei… e vc agora entrega pizza?
– Tá, tá… me sacaneia agora… Só trabalho porquê não quero virar vagabundo. Tô entrando…

Ela estava com um vestidinho preto curto… Pronta pro abate. Seja lá qual o motivo que o FDP deu pra não chegar alí naquela noite, só sei que eu não cometeria o mesmo vacilo…

Algum blá, blá blá depois, já vi que estava muito tarde pra eu ir embora sem fazer nada. Comemos a pizza, tomamos umas cervejas e ice’s e a conversa já chegara naquela sequência de perguntas do tipo: “tá namorando?” “ela te deixou?” “o desgraçado não veio?” “mas porquê que vc continua com o cara, sabendo disso tudo?” e por aí vai.

Até minha vó manca já sabia a resposta para essas perguntas todas, então cheguei mais perto, deixei a ICE na mesa, a mão gelada foi na perna dela e a boca carnuda dela já dizia tudo… Cheguei bem perto e resolvi arriscar:

– Heim… A noite não foi perdida então, né? Você salvou um pinto molhado de chuva e ainda por cima…

Não consegui terminar minha cantada. Acho que misturar na mesma frase as palavras “Pinto”, “molhado” e “por cima” já foi o suficiente pra cachorra perder a linha… me beijou como se
estivesse desesperada. Como se fosse depravada.

Cadê sua experiência cachorra? Pensei pra mim mesmo. Juro que a imaginei me manipulando a noite inteira. O desgraçado deve ter pisado mesmo na bola… Ela está muito tarada. O que eu devia fazer? Jogar com ela? FODA-SE. Lá estava eu enfiando a língua na garganta dela e segurando aquele peitinho delicioso com minha mão esquerda… meu pau? Latejava na cueca…

O bicho pegou. O carro desceu a ladeira sem freio. Ela meteu a mão na minha calça (de tactel, que estava molhada de fora pra dentro por causa da chuva e de dentro pra fora por causa do mel que escorria) e segurou meu cacete com força, de cima pra baixo, iniciando uma punheta…

– O que vc pensaria se eu caísse de boca?

– Que você é uma vagabunda e que eu não vou conseguir foder gostoso desse jeito nunca mais, a não ser que eu desembolse com uma puta profissional.

– Filho da puta… Vou fazer com você o que sua mãe faz lá na zona, desgraçado…

Tirou minha camisa. Tirou minha calça. Tirou minha cueca e, finalmente, caiu de boca. Sem dó. Mamou gostoso…

A desgraçada ainda estava de roupa e a única coisa que eu tinha visto era o biquinho de um dos peitos dela, que eu apenas sentira com a mão. Eu já estava doido de tesão… a desgraçada estava até com o queixo melado de tanto mel que saía do meu pau… a desgraçada levantou e me beijou na boca rapidamente, virou de costas pra mim, colocou um joelho no sofá e o outro no braço do sofá, levantou parte do vestidinho e só então que o tapado aqui percebeu que a piranha estava sem calcinha esperando o tal FDP que não veio… Ela empinou o rabinho deu um jeito que eu só
conseguia pensar em duas coisas:
1) Aquela bucetinha tá inchada e melada… o pau vai escorregar sem dó…
2) É impressão minha ou este cuzinho está piscando pra mim? Do jeito que meu pau está melado, entra numa boa aí também…

Escorreguei meu pau pelas duas entradas… de cima pra baixo e de baixo pra cima, fazendo a cabecinha quase entrar nos dois e deixando os dois meladinhos… Preparei o terreno e a cachorra disse:

[interrompemos esse conto para um comunicado especial. Diana, a cachorra do conto, é uma gata que tenho me comunicado. Este conto só termina quando ela me mandar a foto que ela está me prometendo. Lamento, galera… Regra é regra. Ela está me deixando com um tesão da porra no msn e se eu não colocar vocês pra pedirem a foto dela por mim, eu não recebo e vocês não compartilham… Beijo na parte interna da cocha das minas… um “salve” pros manos e até o próximo post]. (CLIQUE AQUI PARA VER A CONTINUAÇÃO PARCIAL)

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Sobre T.A.D.

T.A.D. É um personagem, que diz o que passa na cabeça de seu autor. Visite o blog mais vezes para tirar suas conclusões: http://migre.me/b2PzD
Esse post foi publicado em Conto, Contos Múltiplos, Diana, Texto Solto. Bookmark o link permanente.

12 respostas para Diana…

  1. Pô Mr. TAD….
    Que final cabuloso é esse, para uma história que estava chegando ao clímax???
    Bem, me mande o e-mail da Diana-Cachorrinha! Eu ordeno a ela que mande a foto e você termina essa história legal.
    Por outra, se ela estiver lendo esse comentário:
    -Diana, favor enviar a foto para que a novela “Trauma a vários” termine.
    Garotão, abração e obrigado pela visita…
    PS.: Se ela não enviar a foto e você não quiser mais, eu a como e conto a história “prá galer”! Falei????

  2. “galera” (teclado está igual ao velhinho aqui!!!)

  3. sexy.vega disse:

    ADORO CONTOS!!!!

    • T.A.D. disse:

      Nem acreditooo….

      Minha musa Sexy Vega comentando por aqui…

      É uma honra “tê-la” por aqui. Minha barraca estará sempre erguita te esperando.

      Por falar em adorar contos, já leu o primeiro que eu postei?

      É sobre grávida… dá uma lidinha depois. Bjs nesses seus peitos lindos.

  4. Cristh Blues disse:

    Adorei seu blog.
    Vou passar por aqui sempre…

    bjks

  5. Iza disse:

    PQP!! Quando o negócio tava começando a ficar bom… Menina deixa de besteira e manda logo essa foto!!! Gostei do blog!
    Lambida no pescoço!

  6. Frentista Gaúcho disse:

    Diana, manda logo!
    E ela vai gostar tanto que além de enviar pra você, vai pedir que você publique aqui as fotos dela!!!

  7. Pingback: Continuação… (está em vermelho) | Trauma a Dois – Passou pro seu nome? Arque com a dívida!!!

  8. Voz de Milla disse:

    “A cadela é a única submissa que não precisa de um projeto de vida para amar o DONO, nenhuma promessa. Ela apenas se entrega a Ele, inteiramente, sem jamais questionar”.

    “Alma despojada
    doce e generosa
    Subserviente e nua
    Que de tão devassa e suja se torna pura…”

    Manda a foto … mandaaaaaaaaaaa

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